Com este artista o jovem apreendeu a técnica do afresco ou pintura mural. Em seu ateliê Rafael elaborou sua primeira obra significativa, O Casamento da Virgem, de 1504. Em 1501 ele concluiu sua primeira produção, um altar para a Igreja de San Nicola da Tolentino.
Quatro anos depois o papa Júlio II o convida para trabalhar a seu serviço, especialmente na decoração dos aposentos do Vaticano, que se tornariam famosos como as stanze de Rafael. Aí ele permaneceu por 12 anos, encarregado de obras de vulto, que provaram o poder de sua rica e diversificada imaginação.
Escola de Atenas (1511) - uma das principais obras de Rafael.
Neste período ele assumiu também a decoração das galerias do Vaticano, concluída depois por seus aprendizes, e realizou trabalhos diversos, como retratos, tapeçarias, cenografias e ornamentações sacras, altares, planos arquitetônicos direcionados para edificações não religiosas, e igrejas como a de Sant’Eligio degli Orefici. Era então o pintor mais em voga na Itália.
Diz um de seus biógrafos, Giorgio Vasari, que sua fama era tal que o papa cogitou em transformá-lo em cardeal. Indicado para cuidar das antiguidades de Roma, em 1517, elaborou um mapa arqueológico desta cidade. Transfiguração, de 1517, foi sua derradeira e importante obra, ao lado do cenário composto para a peça cômica I suppositi, do autor Ludovico Ariosto, de 1519.
Ele morreu prematuramente, em Roma, no mesmo dia em que alcançava os 37 anos. Afirma-se que ele foi vítima de uma febre muito severa. Rafael tornou-se famoso especialmente pela produção de suas Madonas, um conjunto de pinturas sobre a Virgem Maria. Seu nome marcou a história do Renas
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